Volta Redonda abre programação do maior festival de violoncelos do país

Orquestra de Cordas do projeto Cidade da Música participa da abertura da 32ª edição do Rio Cello, com concertos gratuitos nos dias 6 e 7 de agosto


A música erudita vai tomar conta de Volta Redonda nesta semana com a abertura da 32ª edição do Rio Cello, considerado o maior festival de violoncelos do Brasil. A cidade será a primeira a receber a programação do evento, que acontece nos dias (6) e (7) de agosto, com concertos gratuitos reunindo músicos brasileiros e internacionais e a participação da Orquestra de Cordas de Volta Redonda, do projeto Cidade da Música. Após as apresentações no município, o festival seguirá para a capital fluminense.

Após a abertura no município, o festival seguirá para a capital fluminense. A presença da orquestra reforça o reconhecimento nacional do trabalho de formação musical desenvolvido pela prefeitura por meio do projeto.
A programação terá início na quarta-feira (6), às 19h, na sede do Projeto Maestro Nicolau Martins de Oliveira, na Vila Mury, com um Recital de Câmara reunindo solistas do Rio Cello, a Orquestra de Cordas de Volta Redonda e a Orquestra de Violoncelos e Contrabaixos.
Na quinta-feira (7), também às 19h, o festival chega ao Teatro Maestro Franklin de Carvalho Jr., no bairro Laranjal. O espetáculo “Cello Cinema” combinará música e projeções audiovisuais, com apresentações da Orquestra de Violoncelos e Contrabaixos, Orquestra 2, Orquestra de Cordas de Volta Redonda e solistas do Rio Cello.
O concerto contará ainda com a participação do grupo Blas’n Chew, formado por Blas Rivera (saxofone e piano), David Chew (violoncelo) e Juliana Franco (soprano), além dos músicos Michel Bessler (violino), Bernardo Fantini (viola) e Dave Haughey (violoncelo).

A participação da Orquestra de Cordas de Volta Redonda não ficará restrita ao município. No dia 12 de agosto, os músicos também integrarão a programação do Rio Cello na capital, em concerto na Igreja da Candelária, sob a regência da maestra Sarah Higino.
Segundo a coordenadora do projeto Volta Redonda Cidade da Música, maestra Sarah Higino, a parceria entre a orquestra e o festival começou há mais de duas décadas e representa uma importante oportunidade de crescimento para os alunos.
Ela lembra que a primeira participação ocorreu em 2003, a convite do violoncelista David Chew, e desde então os estudantes já se apresentaram em espaços como o Sesc Copacabana, o Salão Nobre do Copacabana Palace e a Igreja da Candelária, além de participarem de masterclasses com músicos de diversos países e dividirem o palco com renomados instrumentistas brasileiros e estrangeiros.
Para Sarah, a parceria vai além do aspecto artístico. “Essa trajetória abriu uma janela para os nossos jovens, mostrando que a música não conhece fronteiras. É um privilégio ver essa história, iniciada há mais de duas décadas, continuar viva, transformando vidas e levando o nome de Volta Redonda cada vez mais longe”, afirmou.

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